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terça-feira, 27 de maio de 2014

Now and Then

Good seja la q horas for, adapte o sufixo. Estamos aqui no meu, no seu, no nosso REGRA DE TRES para dar continuidade a nossa pequena historinha. E só pra constar, quando eu digo nosso é apenas pra ficar maneiro, q essa porra eh minha irairiariairairi
Se me lembro bem, jovens gafanhotos, paramos quando nosso amigo Slayer leu em seu celular um "precisamos conversar". Quando nós, homens, ouvimos isso vindo de uma entidade feminina, raramente as coisas acabam bem. Na melhor das hipóteses ela está grávida, e na pior das hipóteses ela... deixa pra lá. Estaremos a partir de agora fazendo capítulos relativamente mais curtos de concisos de nossa história, para o seu divertimento. Naturalmente isso não é porque eu sou um preguiçoso ou por qualquer outro motivo equivalente.Então, vamos nos preparando, pois abaixo começa o sétimo capítulo de nossa epopéia. Será que o coração do jovem Denis vai sair ileso, será que Teh pretende começar algo com ele, ou será que ele será dropado em frangalhos como uma Gem of True Sight? Vejamos isso, no capítulo que começa agora de "Our history".

( LINKS OUR HISTORY 1 - 2 - 3 - 4 - 5 - 6)



What's done is done


Já era tarde, pra não dizer "cedo", visto que o dia estava quase amanhecendo. Eu ouvia alguma música que já era há alguns momentos indistinta aos meus ouvidos. O que poderia significar isso, o que poderia ser esse "precisamos conversar"? Ela poderia ser muito gentil e me esperar para conversar, ou simplesmente aguardar até quando fossemos de fato conversar...mas não, ela precisava jogar essa bomba relógio mental em mim. O TIC-TAC constante que fazia na minha cabeça esse precisamos conversar chegou até as 6 da manhã. Os pássaros começaram a cantar, o sol começou a dar sinais de tentar adentrar meu quarto, embora eu usaria tudo que tinha para bloquea-lo, como bom vampiro que sou.
Minha mente continuava a mil por hora quando acordei, dormi míseras 4 horas, arredondando, e já acordei preocupado. Gostaria de saber o que essa garota tinha pra me enfeitiçar de
tal maneira, de um jeito que eu pensava nela ao dormir e ao acordar. Mesmo não me lembrando com que sonhei, sei que ela estava envolvida, pois não me imaginar pensando em alguma coisa que não fosse ela.
Eu ainda estava preso no momento de ontem, mas com os sentimentos de hoje, com essa dúvida e essa ansiedade devorando meu fígado (ou o que sobrou dele, considerando...). Eu conseguia sentir aqueles lábios macios, aquele cabelo cacheado nas minhas mãos...lembrava do sorriso meio que sem graça que ela tinha quando terminamos de nos beijar... foi maravilhoso, foi mágico, foi tudo pelo que eu esperava, um milagre. E no meio desse milagre, como uma lança atravessando a imaginação, o som do msn (som diferenciado, pra eu saber que era ela só de ouvir) tocou.
Eu estremeci na cama, olhando pro teto. O pc ligado, a ciência de que ela estava online, mas eu não me mexi. Toda a ansiedade de saber o que havia acontecido após a suave união, ainda que momentânea, de nossas almas, já havia passado. Ela disse que precisamos conversar, certo? Então ela que venha até mim, eu não estou preocupado, eu não me importo. Eu não sou um apaixonadinho ou algo assim, sou só um cara que ficou com uma menina, por mais incrível, perfeita, e apaixonante que ela seja. Eu não tou apaixonado pela oitava maravinha do mundo, que supera as outras oito, proporcionando a visão deslumbrante de sua beleza jovem, não mesmo.
* som do msn*  "Oi"
Incrivelmente, foi só isso que bastou para eu correr como Usain Bolt em direção ao PC. Eu estava tremento, com frio e suando, em desespero completo e total quanto ao que aconteceria a partir dali. É incrível como em menos de 24 horas meu sonho se realizou e eu já estava a beira da loucura com o que poderia acontecer. Aquela morena linda de cabelos cacheados e realmente balançou meu mundo.
Eu respirei fundo olhando pro LCD, ainda tremendo, eu tentei parecer a pessoa mais calma do mundo. Ela não sabia como eu me sentia, para ela havia apenas sido uma ficada normal, de dois jovens desimpedidos em uma noite comum, curtindo a noite, "no strings attached". E foi exatamente o que eu estava pronto a transparecer.
"E aí, blz Teeeeeeeeeeh *o*", pode parecer muito homossexual, mas foi a resposta que eu dei após aquele oi. A idéia de que estava tudo normal e nada tinha mudado era excencial para mim, dentro da minha bolha platônica onde tudo era perfeito entre nós dois, e nada, absolutamente nada, deveria estourar essa bolha. Ela seguiu o curso normal de uma conversa randômica entre dois amigos, até que ela fez o que eu já estava aguardando. Cada segundo entre o começo da conversa e o momento que ela tocou no assunto foi relaxante para mim, cada segundo entre o momento que tudo estava normal e o momento em que a realidade viria a tona foi perfeito, até que ela disse...(não tenho certeza que exatamente com essas palavras, mas é o que eu me lembro):
"Então, sobre ontem...
eu queria te pedir desculpas, não era para aquilo ter acontecido
foi um erro, foi mal"
Coloquem-se, apenas por um instante, no meu lugar. Sim, vocês mesmo que estão lendo essa epopéia mítica (provavelmente porque não tem nada melhor para fazer), coloquem-se em meu lugar. A garota por quem eu estava apaixonado acabou de me falar que foi um erro ter ficado comigo, que foi um erro ter me feito, ainda que apenas naquele momento, o homem mais feliz dos 7 mares. Eu ainda não estava arrasado, não o bastante, mas então ela sentenciou:
"pode ficar tranquilo, não vai acontecer de novo
somos amigos, e isso não vai rolar mais
acho que a gente se deixou levar
foi mal msm, de boa?"
Ela estava esmagando minhas auricolas e meus ventriculos sem ter a ciencia de que cada vez que ela soava engraçadinha ela apenas aumentava a dor que eu sentia em ler aquilo. Eu falei, com o maior despeito domundo "tudo bem". Enquanto nada estava bem. Em um lapso de coragem repentino, uma vez que eu já estava ferrado mesmo, eu disse "Acho que isso deveria ser conversado pessoalmente". Isso surpreendeu mais a mim mesmo que a ela, e pensando bem, não teria muita coisa a se conversar, e nós não éramos do tipo que conversava pessoalmente sempre. Foi incrível pra mim, que ela concordou, e combinamos de conversar no próximo fim de semana, mas ainda era este fim de semana...havia muito tempo, muita coisa podia acontecer entre now e then, e incrivelmente, aconteceu.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Bad News, Good News

Cheguei nessa porra.
Estou de volta menininhas e menininhos, para continuar essa história de amor, de aventura e de magia (baseada em fatos reais). Meu eu-lírico ficou exausto após esses lances, e a visão de Teeeh cada vez inspira mais loucuras nele. Ainda que seja um capítulo pequeno, vale a pena notar que é o nosso retorno. Em nosso último capítulo, lançado a um boacdo de tempo atrás (sorry about that), nosso herói e lutador, deflorador de pepekas e ninja de konoha Denis Slayer deu uma de Albert no filme Hitch e lançou-se a beijar sua inalcançável e supercalifragilicexpialidocious Stephany. Since faz tempo que nossa história teve uma pausa, se prepare pois veremos o desenrolar desse primeiro momento, onde nosso Slayer teve um leap rumo a sua tão sonhada musa...

( LINKS OUR HISTORY 1 - 2 - 3 - 4 - 5)


♥♥♥


Eu me aproximei mais, e mais, até 90% perto dela e fechei meus olhos para beijá-la, para esperar pelo seu beijo. Ela não havia me impedido, não havia feito um único movimento até então, mas foi nesse beijo, ou nessa tentativa de beijá-la, que começou oficialmente nossa história de amor. Eu não sabia o que ia acontecer, aqueles poucos seguindos sentindo o calor de sua respiração pareciam horas pra mim, horas de dúvida quanto ao que se daria a partir desse beijo forçado que tentei.
Eu estava começando a me mover para trás quando senti ela avançando. Não faço idéia de quanto tempo demorou até que nossos lábios se tocassem pela primeira vez, 1 segundo, 10 segundos, 1 minuto, 1 hora... não faço idéia, mas isso não importava mais. Eu senti o calor de sua respiração perto de mim, senti a maciez de seus lábios beijando os meus. Senti seus cabelos me tocando enquanto eu a beijava com toda minha alma. 
Passaram-se meses, anos naquele instante. Eu estava ali, com ela. Eu saí da minha inércia, da minha vida singular e estava beijando a criatura mais linda que Deus (assumindo que você, caro leitor, acredite em tal entidade) poderia criar. 
Todo o efeito do álcool, em grande parte responsável por fazer com que isso acontecesse, já havia passado quando eu olhei para ela. No seu rosto eu via um sorriso sem graça, provavelmente o mesmo sorriso que eu esboçava. 
Depois disso, posso dizer que tive a melhor noite desde o lançamento de Batman O Cavaleiro das Trevas. Era como se eu conversasse com alguem que me entendia completamente e plenamente, minhas piadas, meus assuntos. Eu não tinha que me esforçar em encontrar um asssunto para conversarmos, pois geralmente não tinha um assunto e ainda assim a conversa fluía naturalmente.
Eu cheguei em casa naquela noite como um soldado retornando do Iraque, a sensação de missão cumprida, o poder fluindo em meu corpo, o sentimento por ela se unindo ao sentimento de que tudo era possível, pela primeira vez, tomou conta de mim. Mas como bem sabemos, alegria de 'pobre dura pouco, e alegria de preto pobre então, costuma quase nem acontecer.
Eu me joguei na cama sorrindo, peguei meu celular sorrindo, abri o facebook sorrindo e "precisamos conversar".