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segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Stop being a bitch, BITCH

You stole the girl, you stole our moments, our things. You stole us from ourselves. But it's not enough, is it? You want more, I can't have a single moment, a single song, without your finger on it. Actually, I realized that it's all my fault, I allowed you to do such things. But don't you dare, don't you fucking dare, trying to steal anything else. You took my girl, you took my pride, you took my friends, you took my rhyme. And now I can only say, for you and anyone else to stay. Keep the girl, keep the moments, keep the things you got from me. Keep your eyes open, your mind free, your senses up to me. You have no idea what you did to me, you have no idea how I feel about this, you have no idea what is going to happen. But I'll tell you something, bastard thief, You got the girl, but her heart is with me. You got our moments, but they're all with me. You got our life, but I have our souls. You can try once, twice, three times in a row, but everything you get will be a mere shadow of my former love.

TMFs and Altha Males 

Have you ever thought about the things you did? Of course you did, we all do. But have you ever thought about a single choice? A choice that would change your life, your feelings,. A choice that would change you. But, when you realize the extension of that choice, how many things it would've change, it's already done, and there is no going back. 
Sometimes, you see someone like you, right where you wanna be. Someone, a little different of course, 'cause after all, we're all different, but someone that likes the things you do like. 
Actually, it is not the first time that I come through this. That's why I decided to write this shit. Assuming that you are not able to read this without Google Translator, I can write anything, and I don't need to bother.
Well, the book is on the table, so, let's start.
You, little bastard, that think that you are the only one, maybe "the chosen one". Let me aware you that you're not. You are not unique. 
If I dive in the past, I can see a time when my best friend found a guy just like me. Ok, you can start the friendzone jokes now. The boy was a creepy little version of me, and, oh look, her boyfriend. That's when you start to think. What the hell on earth made my best friend, or, at least, one of my best friends, date someone like him? I mean, if you want someone like me, why not me? That, my little child, is because you are a TFM. I'm not going to explain this, but let's just say that a TFM is the opposite of an alpha male. 
Girls, woman, and even gays, if you wanna know, need an alpha male. 
The alpha male doesn't wait for the opportunity to happen, he creates the opportunities. The alpha male doesn't expect things to go right, he's prepared to whatever comes into his way. The alpha male doesn't complain about losing the bitch, he goes and take her back. 
If you're reading this, there is an 90% chance that you are a TFM. C=
Anyway, I'm trying to say that you gotta fight for what you want. Sometimes, you don't know that you want something, until someone take it. But when you realize that you want, stop complaining, stop crying, stop thinking, just go and do whatever you need to do. 

CHOICES

Do you remember the choice I was talking about up there. So, that choice is what defines you, that choice is what can change your life for good. What if, one year ago, one random night, one single kiss... What if, six months ago, one random day, one single kiss... What if, one year ago, six months ago, one single feeling, a lot of things different. Now I see a relationship, working, with it issues, obviously, nothing is a hundred per cent perfect, but working. A relationship weird, like OURS was. A relationship crazy, like OURS was. A relationship happy, like OURS was. A relationship with small things, all the small things, that made us different. All the small things, that we used to have together, and now she has with someone else. All the small things, that made me think that we were unique, and now I realize that nothing is unique. You'll never be the only one, you can be the best one, but never, never ever, the only one. And now you see someone just like you, again, living your life, kissing your girl, singing your songs, watching your movies, talking about your memes, ... While you, you just sit, watching, with an fake smile in your face, trying to be happy, remembering that your wrong choice did this to you.
Your wrong choice bring you the feeling that they stole something from you. But actually, they didn't steal, they just take what you didn't take because you were a jerk. Stop being a jerk, stop complaining, stop crying. Life isn't a bitch, you are the bitch. 
Don't let things get to a point that a small thing, can hurt you, and woke up from the inside any feelings, any happiness, any sadness, anything that once was your happiness, your feelings, your sadness, your love.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Harry Potter Fanfic 03


Yoo mina-san, estamos aqui agora com o seguimento do nosso terceiro capítulo de Harry Potter e...(nome a ser confirmado). Após nossos primeiros capítulos, uma cena estranha se formou, onde monitores estavam sem saber o q acontecia, professores surgiram, e uma estranha missão será dada a um grupo nada comum. A partir de agora, um objetivo se forma no horizonte, e a série, que continuará a ter bastante ação, chega a outro patamar, onde não apenas ação, mas emoções e personalidades passarão a entrar em conflito, vejamos como, em nosso terceiro capítulo.
Caso não tenham lido o capítulo anterior, cliquem "AQUI".


HP6 FANFIC


CAPÍTULO 3

UMA ESTRANHA POSSESSÃO
  
A clima era de total tensão, Draco Malfoy estava com a varinha apontada para o peito de Harry, com uma expressão cansada de quem não dormia há dias, seu rosto fino se misturava a penumbra de onde vinha. Rony estava com a varinha apontada para Malfoy enquanto Hermione fora recuperar a varinha de Harry.
O corredor estava agora com destroços entre os bruxos e o corpo desacordado de Snape. A água que vinha do andar de cima inundava-o, e o corredor agora parecia uma gigante poça, como quando o basilisco molhara um corredor no sétimo andar, no segundo ano de Harry em Hogwarts.
Harry estava afundado em seus pensamentos, assustado com a situação, surpreso pela presença de Malfoy, com medo das conseqüências e de tudo que poderia acontecer, mas fora interrompido pela voz fria de Malfoy, com o mesmo ar de superioridade de sempre.
-Amaldiçoando professores Potter, acho que...
-Seu pai vai saber disso? Ops, não é possível, pois ele está em Azkaban. – interpôs Rony decidido, que ainda segurava a varinha e olhava para Malfoy como se pudesse matá-lo com o olhar.
O riso de Draco foi se desfazendo, enquanto ele adquiria um ar de seriedade e ferocidade, facilmente notado em seu rosto pálido. Pansy Parkinson se enfileirou ao lado dele, apontando sua varinha para Hermione, a essa altura, Rony e Hermione estavam com as varinhas apontadas para os dois monitores da Sonserina, enquanto Snape ainda estava desacordado entre eles. Harry, com sua varinha abaixada, parecia estar em outro mundo, talvez pelo uso da maldição, talvez por qualquer outra coisa, ele simplesmente parecia não se importar que um duelo duplo entre os monitores de Grifinória e Sonserina pudesse estar para começar.
-Harry, Harry... - Hermione tentava chamá-lo, mas para ele nada fazia sentido, ele estava totalmente em choque.
Subitamente, Ana Abbot e Ernesto Mcmillan chegam ao local, ambos com a varinha na mão.
-O que diabos está acontecendo aqui? – Ernesto falara com seu tom pomposo de sempre, visivelmente alterado diante da tensão da situação.
Antes que pudesse responder, Padma Patil juntava-se a eles com Antônio Goldstein em seus calcanhares. Com o barulho, aparentemente os monitores das quatro casas haviam vindo checar o que acontecera.
Sem pensar duas vezes, todos os monitores apontaram suas varinhas para Draco e Pansy. Hermione notara que todos os monitores, exceto os da Sonserina, eram membros da AD, de modo que antes de sequer se inteirar da situação, já estavam prontos a lutar, apontando diretamente para Draco e Pansy.
-O que aconteceu aqui?- Perguntou novamente Mcmillan, que apontou também a varinha para Draco e Pansy após os outros o fazerem.
-Não interessa o que aconteceu, temos que ajudar o professor Snape. – disse Hermione que já estava se adaptando àquela situação delicada – Ernesto, Antonio, levem-no à madame Pomfrey.
-Você acha mesmo que eles iriam te obedecer, sangue-ruim? – ia desdenhando Malfoy, antes de perceber que ambos os monitores estavam indo ajudar o professor. Aparentemente, como membros da AD eles desenvolveram um grande respeito por Hermione.
O que foi que vocês fizeram? – perguntou Padma, apontando ainda para Malfoy e Pansy. Harry estava do mesmo jeito ainda, parado, sem nada fazer, apenas olhando enquanto Anthony se esforçava para conjurar uma maca para levar o professor à ala hospitalar. – Respondam logo, e na próxima vez que ouvir você chamando alguém de sangue-ruim, me certificarei que ficará sem falar por muito tempo.
A expressão de Padma era totalmente diferente do que sua personalidade sugeria, ela que sempre parecera calma, estava agora pronta a lançar um feitiço naquele que cruzasse seu caminho.
-Mas, nós... Nós acabamos de chegar. Eles que fizeram isso. – Indicou Pansy, olhando para Harry, Rony e Hermione.
Não mintam, – vociferou a garota, que decididamente demonstrava por que havia sido nomeada monitora. – o que foi que...
-Padma, gente... Me desculpem, eu causei isso, e vou assumir a responsabilidade dos meus atos. – Harry falava pela primeira vez, sua voz estava calma, como se houvesse refletido sobre o que está acontecendo por horas. Havia acabado de sentir o líquido quente e vermelho que escorria pelo lado direito do seu rosto, e parecera voltar a realidade. A dor estava percorrendo todo seu corpo, Harry estava acabado, porém, estava consciente e disposto a fazer o que é certo. Harry... – Padma parecia não acreditar no que ouviu- não precisa se preocupar, eu dou um jeito neles...
-Vamos ver de quem você da conta – Pansy Parkinson parecia decidida, sua cara de buldogue assumiu um ar como o de canino, apontando rapidamente para Padma ela enunciou “Furnunculus”. Sem motivo aparente, Rony fizera um movimento em forma de ‘U’, e sem uma explicação, Furúnculos surgiram na face canina de Pansy.
-O que foi isso?- perguntou Hermione.
-Er... Fred e Jorge me ensinaram isso, eu nunca tinha usado antes. Se a força da magia for fraca, - disse Rony tentando parecer menos orgulhoso de si mesmo do que realmente estava, coisa que foi percebida por todos os presentes. - você pode devolvê-la ao bruxo que a lançou. Eles falaram que usavam direto contra alunos do primeiro ano... Quando se irritavam e tentavam azará-los após experimentarem seus produtos.
Pansy viu seu reflexo no chão molhado das águas que caíam da sala onde Snape e Harry tinham duelado, e atordoada correu na direção oposta deixando Draco sozinho contra todos os monitores. Sem processar muito ainda o que estava acontecendo, Padma apontou sua varinha para o chão. “Glacius”, a água do chão fora congelando, formando uma camada fina de gelo, que fez com que Pansy escorregasse e deslizasse. Ela deslizou, até bater em uma parede mais ao fundo, vendo a figura imponente de Minerva McGonagall. A professora vinha acompanhada de Flitwick e Sprout, diretores da Corvinal e da Lufa-Lufa. A professora nem perdera seu tempo se demorando com Pansy, que estava ridiculamente caída contra a parede com a cara cheia de furúnculos, causados pela sua própria azaração.
A cena não era das melhores, dois dos monitores estavam levando Snape desacordado, saindo pelo lado oposto de onde vinham os professores, Draco estava com a varinha abaixada, e 4 membros da AD apontavam a varinha para ele. Harry estava relativamente normal, exceto pelo profundo corte no rosto, sua expressão era como se fosse apenas um dia fatídico de aula em Hogwarts, como muitos que tivera.
-Baixem suas varinhas, -ordenou McGonagall com tamanha autoridade que todos obedeceram instintivamente.- Quero saber o que aconteceu aqui, vociferou ela, Potter, você está todo machucado, o que aconteceu?
-Nã-não sabemos professora. Quando chegamos aqui Malfoy estava com a varinha apontada para Harry, e como ele estava machucado, nó-nós nos prontificamos a defendê-lo. – as palavras mal saiam da boca de Ana, a garota parecia mais assustada com a presença dos professores do que com o que estava realmente acontecendo.
-Esse verme atacou o professor Snape, acabaram de levá-lo à ala hospitalar. – disse Draco em tom de superioridade, como se soubesse que seria prontamente mandado a dormir e os outros teriam de sofrer pelos seus pecados.
-Respeite seus colegas Malfoy. – vociferou uma minerva, sua expressão se assemelhava muito a de uma leoa, pronta a defender seus filhotes de um ataque iminente. –Quero saber exatamente o que aconteceu aqui, Potter, Malfoy, vocês parecem ter sido os primeiros a chegar aqui, vamos a minha sala. Professor Flitwick, peço por favor que conduza os alunos restantes a um lugar a parte, onde possamos falar com eles depois. Pomona, faça-me um favor e leve essa garota –indicou Pansy aterrorizada no chão – à ala hospitalar. Ao se informar do que aconteceu com Snape, venha a minha sala também.
“Como Dumbledore não está no colégio, tenho que assumir a responsabilidade por coisas assim. Vamos resolver logo esse problema.
A expressão de Minerva era de quem sabia exatamente o que estava fazendo, Flitwick e Sprout seguiram suas ordens prontamente, e pouco mais de 15 minutos depois, estavam na sala de McGonagall Draco e Harry, sentados diante da mesa atrás de uma McGonagall imponente. A professora Sprout acabara de adentrar a sala, sua expressão cansada de alguém que visivelmente estava dormindo antes daquele estardalhaço não deixava duvida que estava louca de vontade de se retirar.
-O professor Snape passa bem, sofreu alguns ferimentos, mas nenhum dano mágico significativo. Ele esta acordado,. – informou ela diligentemente.
-Obrigado Pomona, peça ao professor Flitwick para mandar Ronald Weasley e Hermione Granger à ala hospitalar, estamos descendo para lá. Os outros podem ir para seus respectivos salões comunais.
Após dito isso, McGonagall foi com os garotos até a ala hospitalar. Chegando lá, ela ordenou a Antonio e Ernesto que voltassem para seus respectivos salões comunais. E juntou os quatros garotos em um local reservado, antes de irem conversar com Snape.
-Novamente, vocês estão envolvido em algum acontecimento desagradável dentro de Hogwarts. – disse ela olhando para Harry, Ron e Hermione. Harry notou que seu olhar severo se demorara um pouco mais nele. O sangue já parara de escorrer de seu rosto, que estava todo manchado, assim como suas vestes com o liquido vermelho que escorrera. –Mas essas coisas acontecem, algum de vocês pode me dizer exatamente o que aconteceu? – continuou McGonagall, olhando com firmeza para os quatro.
-Ele usou uma maldição, no professor. – Draco disse isso com tamanha velocidade, que mesmo todos tendo entendido e olhado para ele com estranha surpresa, McGonagall teve de perguntar novamente. – Como é Sr. Malfoy? Essa é uma acusação muito séria, poderia repetir por favor?
-Claro, ele usou uma maldição imperdoável no professor Snape, quando ele estava caído. Eu vi, e naturalmente o ataquei, quando essa gente –disse olhando com desdém para Hermione e Rony- se envolveu.
O olhar de McGonagall recaiu em Harry, ele sabia que mentir não era uma opção, visto que Draco cantaria aos quatro ventos a verdade, e mesmo sabendo que as pessoas poderiam não acreditar (ou será que acreditariam?) isso não o faria se sentir nada bem. E antes que pudesse abrir a boca, ouvira Hermione dizer “Snape não estava normal”.
-Como é Srta. Granger?
-O professor Snape estava agindo estranhamente, tanto noite passada como hoje ele quis duelar com Harry em suas detenções, – McGonagall não chegou a se alarmar, embora fosse incomum, como professor de DCAT era possível querer duelar com um aluno, logicamente, dentro dos níveis aceitáveis para o mesmo. – mas esse não era o problema. – continuou Hermione como se tivesse ensaiado varias vezes aquele discurso. – O professor Snape parecia diferente, seu modo do de agir, de falar, de se comportar, estava diferente do que conhecíamos.
-Nota-se que a Srta. tem intimidade com o professor o suficiente para saber isso. – falou McGonagall secamente. A professora certamente estava com raiva, talvez até pensando na expulsão dos garotos (era o que Harry pensava). Hermione corou ligeiramente.
-Não, não tenho intimidade alguma com o professor, mas tenho aula com ele a seis anos, e é perceptível certas mudanças.
-Então isso é suficiente para amaldiçoar alguém, Potter?
Harry estava perplexo, não imaginava como sair dessa, e agora seu estômago estava jogando quadribol dentro dele, pensando na possibilidade de ir para Azkaban. No que perderia, nas aulas com Dumbledore, que não veria mais Gina... embora a garota ainda fosse apenas um sonho inalcançável. Então Harry dissera, talvez inconscientemente, a única coisa que poderia lhe salvar disso. “Ele pediu.”
Todos se voltaram para ele. Malfoy tinha uma expressão de quem não entendia mais nada, Hermione e Rony um olhar curioso, e McGonagall estava indecifrável. O canto da enfermaria em que estavam era envolto por algo, semelhante a um biombo. Dando a eles certa privacidade. “Sua varinha, Potter.” Pediu McGonagall com certa frieza enquanto puxava a própria varinha. Ela apontou para a ponta da varinha de Harry e disse “Prior Incantato”. A varinha de Harry passou a produzir algo semelhante a uma pequenina labareda, vermelha, explodindo e revolvendo para todos os lados, como se estivesse sendo estilhaçada por dentro de infinitas maneiras diferentes. Algo que se assemelhava a um corpo, porém homorfo, revolvia dolorosamente sob a luz causada pela varinha. Harry sabia exatamente o que era aquilo, pois vira o mesmo ser feito com sua varinha na copa mundial de quadribol, quando ela fora usada para produzir a marca negra. Ainda assim, seu estomago revolvia, agora como se estivesse tentando pegar um pomo sinistramente rápido.
-Bom, sem dúvidas é a maldição Cruciatus. – disse McGonagall. Malfoy sorriu, como se tivesse seu esforço reconhecido. Hermione e Rony ficaram perplexos, e se entreolharam como se pudessem ler a mente um do outro. Antes que pudessem fazer qualquer coisa, McGonagall voltou a falar. – Como isso é ilegal, talvez tenhamos de informar o ministério.
Draco parecia estar tão feliz como se houvesse encontrado uma saca cheia de galeões. Mas antes que pudesse comemorar, McGonagall informou aos garotos que o que Snape dissesse poderia mudar tudo. E rumaram para a cama do professor.
Madame Pomfrey ficou uma fera pois Harry estava com um profundo corte no rosto e estava andando por ai como se estivesse tudo bem. Ela rapidamente fechou o ferimento e removeu o sangue, agora seco, do rosto e pescoço de Harry.
Snape estava acordado como se nunca tivesse estado em um hospital, enfermaria ou qualquer coisa semelhante. Seus olhinhos negros esquadrinhavam cada pequeno pedaço e cada pequeno detalhe da enfermaria que estava muito bem organizada por madame Pomfrey. Estava deitado, olhando da ponta de seu incrivelmente grande nariz para os presentes que se achegavam a ele.
-Em que posso ser útil? – perguntou Snape em seu tom habitual.
-Bem, o senhor poderia nos dizer o que eu aconteceu professor Snape? – McGonagall falou serenamente, em um tom que diferia completamente do que ela estava usando com os garotos a pouco.
-Bom, a ultima coisa que me lembro é que estava retornando a Hogwarts depois de... de estar em outro lugar ocupado com algo. – terminou Snape, trocando rapidamente um olhar com Harry, que supôs na hora que o professor estava mentindo.
-Acredito que isso encerre os caso, como o professor Snape visivelmente estava fora de si,o que pode justificar as magias usadas por Potter, visto que ele não tivera escolha, a não ser se defender.
Draco parecia não acreditar no que ouvira, como poderiam simplesmente ignorar algo assim? Será que é porque achavam que Potter era o eleito? Ainda assim, não era algo que poderia ser simplesmente ignorado, ele vira Harry usar a maldição, ele o desarmara, e isso ficaria assim?
-Quero os quatro na minha sala pela manhã, como o diretor não está, terei de tomar minhas...
-Acho que não será necessário Minerva. – Dumbledore surgiu com seu brando sorriso na ala hospitalar. A professora McGonagall sorriu para ele, como se o mesmo acabasse de lhe tirar um grande peso das costas, sem duvida, o peso da responsabilidade por aquilo que estava acontecendo.
Antes mesmo que a professora abrisse a boca para explicar a situação, ele enunciou já estar a par de tudo. Dumbledore parecia totalmente brando, não se notava raiva, ou severidade em suas expressões. Ele fitava os quatro sobre seus oclinhos de meia-lua, e com firmeza, porém sem perder o tom calmo pediu que os quatro o seguissem.
Ao saírem da enfermaria Dumbledore adquiriu um ar sério, totalmente diferente do anterior. Harry não sabia se tentava falar com ele ou não, Hermione parecia estar prestes a explodir com seus pensamentos, Rony assustado como se estivesse indo em direção a Você-Sabe-Quem, e Malfoy, parecia incrivelmente calmo. A indignação de Malfoy era invisível, e para todos ele aparentava estar indo para um piquenique, e não para a sala do diretor após uma serie de eventos suspeitos e duvidosos.
Ao chegarem, Dumbledore fez um gesto com a varinha, que Harry sequer o vira sacar, e conjurou quatro cadeiras duras, mais ao canto do escritório que ficava após a gárgula. Indicou com a cabeça que os garotos deviam se sentar lá, e os quatro sentaram-se, todos sem saber o que pensar daquela situação. Dumbledore tinha um ar de seriedade inconfundível, entretanto não parecia severo ou algo do tipo.
-Professor Dumb... –Harry tentou começar a falar algo, mas foi cortado instantaneamente. Dumbledore ficou andando de um lado para outro no escritório por uns poucos minutos, como se decidisse o que fazer. Então parou, e disse para os quatro, olhando especialmente para Harry:
-Bom, creio que terei de pedir de vocês mais do que de qualquer outro aluno em todo meu tempo como diretor de Hogwarts.
Os garotos se empertigaram na cadeira, Harry ainda absurdamente surpreso que Malfoy estivesse com eles, como se Dumbledore fosse dar a este projeto de comensal da morte alguma missão importante. -Bom, tenho uma missão para vocês, fora de Hogwarts. -Disse Dumbledore, parecendo estar desafiando claramente os pensamentos de Harry. – Acredito que todos vocês tenham notado que algo aconteceu ao professor Snape, que o fez agir estranhamente na noite de hoje.
-Professor Dumbledore, será que Snape foi amaldiçoado ou algo assim? – Perguntou Harry, olhando de esguelha para Draco.
-Professor Snape, Harry. –disse Dumbledore, em um tom muito seu, visto que já havia feito essa correção do modo de Harry se referir ao professor de DCAT sem o prefixo apropriado muitas vezes. – E não, não acredito que Severo tenha sido amaldiçoado.
“Devo supor – continuou ele, cortando a pergunta que Hermione ameaçava abrir a boca para fazer. – que vocês devem estar se perguntando o por que de reuni-los aqui, o por que o professor Snape estava agindo estranhamente, conforme acabei de lhe dizer que eles não estava amaldiçoado e principalmente, que espécie de missão eu poderia dar a vocês quatro, um grupo muito peculiar, fora da escola, onde naturalmente, não podem usar magia. Bom, começarei do inicio, para que vocês possam entender.
“O professor Snape, durante o natal, foi em busca de uma relíquia, a muito conhecida pelo ministério da magia, mas cujo poder ele ignora. Alguns inomináveis chegaram a dizer ao antigo ministro que não a deveria ignorar, mas como Fudge era um cético, não deu ouvidos a eles. A relíquia, que está em um lugar ao norte de nosso país no momento, tem várias defesas, e poderes que podem, digamos, alterar a realidade. Ela, naturalmente, não está frequentemente  disponível, ela aparece a um intervalo longo, porém sem um padrão. Ninguém jamais ousou tentar capturá-la, nem mesmo Lord Voldemort tentou tocar nela. Ao que me consta, ele nem tem conhecimento do poder do Manto Surreal.
“Esse manto, reza a lenda, foi forjado da mais pura magia, em seus princípios místicos, e seu poder, de alterar a constante realidade, foi reduzido quando ele foi selado, a aproximadamente 50000 anos atrás. De modo, que seu poder, misticamente selado durante tanto tempo, agora é apenas uma fagulha, que altera a realidade daquilo que o toca. O professor Snape, estava a serviço de Hogwarts e da Suprema Corte dos Bruxos na busca desse artefato, mas aparentemente ele teve algum problema, pois não conseguiu obtê-lo com sucesso.
“O professor Snape retornou e me informou que, as defesas em si não são tão complexas, mas existe certas coisas que exigem que sejam feitas por bruxos com menos de 18 anos de idade. Talvez porque julgassem que bruxos dessa idade não fossem poderosos o bastante ou por algum outro modo, com mais de 18 anos não se pode passar dessa barreira, e é necessário pelo menos dois bruxos para passar por ela.
“Severo tentou forçar sua entrada, e todos vimos no que deu. Aparentemente, sua incrível habilidade como oclumente lhe protegeu um pouco da surrealidade do artefato, entretanto, ele ainda o afetou um pouco. Mudando-o de forma que se deu o ocorrido dessa noite. Pude perceber que o professor Snape julgou que um impacto forte, como dor extrema, o faria recobrar a consciência, visto que ele não a tinha perdido completamente. E aparentemente acertou.
Dumbledore deu uma pequena piscadela para Harry, indicando que sabia que o garoto havia utilizado a maldição, entretanto, até mesmo o diretor julgou que o uso da mesma fez-se necessário, e não ralhou com ele. Harry agora absorvia as informações que Dumbledore estava passando a eles, e estava enfurecido por dentro, sem saber como Dumbledore pode revelar algo de tamanha importância em frente a um suposto comensal da morte. Era possível ouvir as engrenagens do cérebro de Hermione trabalhando freneticamente na cadeira ao lado, e Rony estava com cara de espanto, deixando transparecer que não entendera absolutamente nada. Malfoy por sua vez, parecia perplexo. Ninguém precisava perguntar, pois sabiam que Dumbledore iria mandá-los atrás do suposto manto, e eles não tinham idéia de como iriam fazer.
Dumbledore apontou a varinha para uma barraca ao fundo da sala, e a convocou. Deu-a para Rony, e falou que haveria, daqui a pouco, uma chave de portal pronta para eles no salão principal. Ela iria em duas horas. Já passava das duas da manhã naquele momento, Dumbledore os advertiu que não deveriam se atrasar, e falou para prepararem seus pertences.
Draco levantou-se subitamente e falou, com expressão de indignação, como se Dumbledore estivesse atrapalhando suas férias de verão “E se eu me recusar a ajudá-lo com sua missão?”. Dumbledore simplesmente sorriu e falou “será expulso da escola” como se já estivesse esperando essa pergunta a tempos.
-Mas você não pode fazer isso – crocitou Malfoy, enquanto Harry, Rony e Hermione continuavam em suas cadeiras desconfortáveis, organizadas circularmente, tal qual era o formato do escritório onde estavam.
- Bom, certamente posso tentar – disse Dumbledore com um sorriso brando, e enquanto tento, você perde seu ano letivo e suas valorosas aulas de poção com o professor Slughorn.
E com um gesto em forma de H, Dumbledore fez surgir um grande leão dourado e uma grande serpente verde de sua varinha. As aparições  não se pareciam com animais reais, tinham a forma exata dos animais reais, inclusive em pelos e escamas, mas o brilho das cores eram tão forte quanto o de um patrono. Os leões subitamente se dividiram em três, pulando em Harry, Rony e Hermione cada, ao passo que a cobra avançara contra o corpo de Draco. Harry sentiu como se tivesse bebido 500 doses de uísque de fogo ao mesmo tempo, sua respiração prendeu, seu corpo pareceu querer explodir, e ardendo um pouco, sentiu ser escrito em seu braço esquerdo, próximo ao ombro, as palavras “Draco Dormiens Nunquam Titillandus”, e logo abaixo o leão que apouco adentrara seu corpo parecia atento, mas sem mecher-se em seu braço. Ao mesmo tempo, aconteceu o meso com Rony, Hermione e Malfoy, que olharam assustados sem entender aquilo.
Dumbledore explicou-lhes que aquilo se tratava de um selo, secreto, criado pela Suprema Corte dos Bruxos, que dava ao diretor de Hogwarts o poder de liberar o uso de magia a menores de idade fora da escola, se achasse necessário. Deixando assim o rastro do ministério fora de funcionamento. Dumbledore avisou ainda que se eles contassem a alguém sobre algo daquilo, ele saberia, e eles seriam instantaneamente expulsos. Logo em seguida, com um gesto displicente, indicou que era hora dos garotos se retirarem, e ainda os lembrou ao passarem pela porta “As 4 horas, no salão principal. Levem apenas o necessário.”
Os quatro desceram em silencio, até que Harry disse, bom, parece que temos outra encrenca nas mãos, vamos começar com...
-Não pense que vou seguir suas ordens Potter. Já estou sendo forçado a ficar perto dessa sangue-ruim, não pense que...
O feitiço de Rony o silenciou, para surpresa de todos, não foi uma azaração, um simples feitiço silenciador, e Harry continuou falando sobre suas idéias. Era tarde, e eles foram se preparar, daqui a poucos momentos estariam entrando em outra aventura, e enfrentando novamente perigos supostamente acima da capacidade de jovens estudantes.



Lembrando que vossas opniões sobre essa praga são importantes dessa vez, caso dejem nos ajudar, ou pelo menos, não nos atrapalhar.
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