Gostou, curte aê

terça-feira, 27 de maio de 2014

Now and Then

Resultado de imagem para WE NEED TO TALKGood seja la q horas for, adapte o sufixo. Estamos aqui no meu, no seu, no nosso REGRA DE TRES para dar continuidade a nossa pequena historinha. E só pra constar, quando eu digo nosso é apenas pra ficar maneiro, q essa porra eh minha irairiariairairi
Se me lembro bem, jovens gafanhotos, paramos quando nosso amigo Slayer leu em seu celular um "precisamos conversar". Quando nós, homens, ouvimos isso vindo de uma entidade feminina, raramente as coisas acabam bem. Na melhor das hipóteses ela está grávida, e na pior das hipóteses ela... deixa pra lá. Estaremos a partir de agora fazendo capítulos relativamente mais curtos de concisos de nossa história, para o seu divertimento. Naturalmente isso não é porque eu sou um preguiçoso ou por qualquer outro motivo equivalente. Então, vamos nos preparando, pois abaixo começa o sétimo capítulo de nossa epopéia. Será que o coração do jovem Denis vai sair ileso, será que Teh pretende começar algo com ele, ou será que ele será dropado em frangalhos como uma Gem of True Sight? Vejamos isso, no capítulo que começa agora de "Our history".

( LINKS OUR HISTORY 1 - 2 - 3 - 4 - 5 - 6)



What's done is done


Já era tarde, pra não dizer "cedo", visto que o dia estava quase amanhecendo. Eu ouvia alguma música que já era há alguns momentos indistinta aos meus ouvidos. O que poderia significar isso, o que poderia ser esse "precisamos conversar"? Ela poderia ser muito gentil e me esperar para conversar, ou simplesmente aguardar até quando fossemos de fato conversar...mas não, ela precisava jogar essa bomba relógio mental em mim. O TIC-TAC constante que fazia na minha cabeça esse precisamos conversar chegou até as 6 da manhã. Os pássaros começaram a cantar, o sol começou a dar sinais de tentar adentrar meu quarto, embora eu usaria tudo que tinha para bloquea-lo, como bom vampiro que sou.
Minha mente continuava a mil por hora quando acordei, dormi míseras 4 horas, arredondando, e já acordei preocupado. Gostaria de saber o que essa garota tinha pra me enfeitiçar de tal maneira, de um jeito que eu pensava nela ao dormir e ao acordar. Mesmo não me lembrando com que sonhei, sei que ela estava envolvida, pois não me imaginava pensando em alguma coisa que não fosse ela.
Eu ainda estava preso no momento de ontem, mas com os sentimentos de hoje, com essa dúvida e essa ansiedade devorando meu fígado desacostumado com tamanha quantidade de vodka. Eu conseguia sentir aqueles lábios macios, aquele cabelo cacheado nas minhas mãos...lembrava do sorriso meio que sem graça que ela tinha quando terminamos de nos beijar... foi maravilhoso, foi mágico, foi tudo pelo que eu esperava, um milagre. E no meio desse milagre, como uma lança atravessando a imaginação, o som do msn (som diferenciado, pra eu saber que era ela só de ouvir) tocou.
Eu estremeci na cama, olhando pro teto. O pc ligado, a ciência de que ela estava online, mas eu não me mexi. Toda a ansiedade de saber o que havia acontecido após a suave união, ainda que momentânea, de nossas almas, já havia passado. Ela disse que precisamos conversar, certo? Então ela que venha até mim, eu não estou preocupado, não tenho por que estar. Eu não sou um apaixonadinho ou algo assim, sou só um cara que ficou com uma menina, por mais incrível, perfeita, e apaixonante que ela seja. Eu não esttou apaixonado pela oitava maravinha do mundo, que supera as outras sete juntas, proporcionando a visão deslumbrante de sua beleza jovem, não mesmo.
* som do msn*  "Oi"
Incrivelmente, foi só isso que bastou para eu correr como Usain Bolt em direção ao PC. Eu estava tremento, com frio e suando, em desespero completo e total quanto ao que aconteceria a partir dali. É incrível como em menos de 24 horas meu sonho se tornou possível e eu já estava a beira da loucura com o que poderia acontecer. Aquela morena linda de cabelos cacheados estava balançando as estruturas da realidade.
Eu respirei fundo olhando pro LCD do meu monitor, e, ainda tremendo, eu tentei parecer a pessoa mais calma do mundo. Ela não sabia como eu me sentia, para ela havia apenas sido uma ficada normal, de dois jovens desimpedidos em uma noite comum, curtindo a noite, "no strings attached". E foi exatamente o que eu estava pronto a transparecer. Eu já tinha demonstrado interesse em sair com ela, em ficar com ela, mas nada que indicasse que eu tinha algum tipo de sentimento...nada que desse a ela a dimensão de como eu realmente me sentia.
"E aí, blz Teeeeeeeeeeh *o*", pode parecer muito homossexual (sem preconceitos), mas foi a resposta que eu dei após aquele oi. A idéia de que estava tudo normal e nada tinha mudado era essencial para mim, dentro da minha bolha platônica onde tudo era perfeito entre nós dois, e nada, absolutamente nada, deveria estourar essa bolha. Ela seguiu o curso normal de uma conversa randômica entre dois amigos, até que ela fez o que eu já estava aguardando. Cada segundo entre o começo da conversa e o momento que ela tocou no assunto foi relaxante para mim, cada segundo entre o momento que tudo estava normal e o momento em que a realidade viria a tona foi perfeito, até que ela disse...(não tenho certeza que exatamente com essas palavras, mas é o que eu me lembro):
"Então, sobre ontem...
eu queria te pedir desculpas, não era para aquilo ter acontecido..."
Coloquem-se, apenas por um instante, no meu lugar. Sim, vocês mesmo que estão lendo essa narração mítica (provavelmente porque não tem nada melhor para fazer), coloquem-se em meu lugar. A garota por quem eu estava apaixonado acabou de me falar que foi um erro ter ficado comigo, que foi um erro ter me feito, ainda que apenas naquele momento, o homem mais feliz dos 7 mares. Eu ainda não estava arrasado, não o bastante, mas então ela sentenciou:
"pode ficar tranquilo, não vai acontecer de novo
somos amigos, e não quero que isso mude
eu me deixei levar pelo momento...
foi mal msm, de boa?"
Ela estava esmagando minhas auricolas e meus ventriculos sem ter a ciencia de que cada vez que ela soava engraçadinha ela apenas aumentava a dor que eu sentia em ler aquilo. Eu falei, com o maior despeito do mundo "tudo bem". Enquanto nada estava bem. Em um lapso de coragem repentino, uma vez que eu já estava ferrado mesmo, eu disse "Então como bons amigos, a gente deveria sair mais como amigos normais...". Isso surpreendeu mais a mim mesmo que a ela, e pensando bem, seria algo normal. Foi incrível pra mim, que ela concordou, e combinamos de conversar no próximo fim de semana, mas ainda era este fim de semana...havia muito tempo, muita coisa podia acontecer entre now e then, e incrivelmente, aconteceu.

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Bad News, Good News

Cheguei nessa porra.
Estou de volta menininhas e menininhos, para continuar essa história de amor, de aventura e de magia (baseada em fatos reais). Meu eu-lírico ficou exausto após esses lances, e a visão de Teeeh cada vez inspira mais loucuras nele. Ainda que seja um capítulo pequeno, vale a pena notar que é o nosso retorno. Em nosso último capítulo, lançado a um boacdo de tempo atrás (sorry about that), nosso herói e lutador, deflorador de pepekas e ninja de konoha Denis Slayer deu uma de Albert no filme Hitch e lançou-se a beijar sua inalcançável e supercalifragilicexpialidocious Stephany. Since faz tempo que nossa história teve uma pausa, se prepare pois veremos o desenrolar desse primeiro momento, onde nosso Slayer teve um leap rumo a sua tão sonhada musa...

( LINKS OUR HISTORY 1 - 2 - 3 - 4 - 5)


♥♥♥


Eu me aproximei mais, e mais, até 99% perto dela e fechei meus olhos para beijá-la, para esperar pelo seu beijo. Ela não havia me impedido, não havia feito um único movimento até então, mas foi nesse beijo, ou nessa tentativa de beijá-la, que começou oficialmente nossa história de amor. Eu não sabia o que ia acontecer, aqueles poucos segundos sentindo o calor de sua respiração pareciam horas pra mim, horas de dúvida quanto ao que se daria a partir desse beijo que eu tentei.
Eu estava começando a me mover para trás quando senti ela avançando. Não faço idéia de quanto tempo demorou até que nossos lábios se tocassem pela primeira vez, 1 segundo, 10 segundos, 1 minuto, 1 hora... não faço idéia, mas isso não importava mais. Eu senti o calor de sua respiração se aproximando, senti a maciez de seus lábios beijando os meus. Senti seus cabelos me tocando enquanto eu a beijava com toda minha alma. 
Passaram-se meses, anos, um número inominável de eras dentro do pequeno instante no qual nos beijávemos. Eu estava ali, com ela. Eu saí da minha inércia, da minha vida singular e estava beijando a criatura mais linda que Deus poderia criar. Eu duvidava da existência de um Deus, mas tive certeza que ele estava lá enquanto beijava Stephany. 
Todo o efeito do álcool, em grande parte responsável por fazer com que isso acontecesse, já havia passado quando eu olhei para ela. No seu rosto eu via um sorriso sem graça, provavelmente o mesmo sorriso que eu esboçava. 
Depois disso, posso dizer que tive a melhor noite desde o lançamento de Batman O Cavaleiro das Trevas. Era como se o impossível e o possível tivessem sido ultrapassados, o possimpible havia sido alcançado em um momento completamente improvável.
Eu cheguei em casa naquela noite como um soldado retornando do Iraque, a sensação de missão cumprida, o poder fluindo em meu corpo, o sentimento por ela se unindo ao sentimento de que tudo era possível, pela primeira vez, tomou conta de mim. Mas como bem sabemos, alegria de pobre dura pouco.
Eu me joguei na cama sorrindo, peguei meu celular sorrindo, abri o facebook sorrindo e "precisamos conversar". 

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Close Enough

Olá amados leitores, e, naturalmente, Teeeeh *-*. Começo esse pré-post clássico com o intuito de retornar às minhas raízes. You see, esse negócio de escrever fazendo sentido, seguindo a norma culta do nosso amado (((por mim não é amado porra nenhuma ))) idioma não é meu estilo. Meu estilo foi apagado por essa suposta evolução, e eu pretendo voltar a como eu era, ao estilo que atraiu de vós a esse blog (((as if existissem mts leitores msm nessa joça))), Bom, para começarmos, iremos lançar abaixo o Capítulo 5 de Our History, que é o nome provisório do que estou a lhes contar, a história de Denis Slayer e blablabla, se quiser pega e lê essa porra, resumo de cu é rola. Os links para os capítulos já lançados estarão aqui em baixo, e eu continuarei, em um estilo diferente talvez, mas ainda contando a mesma história. Vou me manter ao essencial, pois sendo uma história precisa ter coerência, mas não se surpreenda se achar um palavrão ou outro. Textos ocultos (recurso que eu usava antigamente) poderão aparecer, mas eles NÃO FARÃO parte da história, serão no máximo comentários. Divirtam-se, ou não, eu não me importo na verdade. ^^

( LINKS OUR HISTORY 1 - 2 - 3 - 4)

90%


Sabe quando aqueles dias que você acorda, abre os olhos até, mas não acorda de verdade. Aqueles dias que pra você o dia não precisa começar, está bom ali, na cama, o tempo pode passar e você pode morrer de velhice ali, sem ter que encarar a si mesmo por ser um idiota medroso da porra. Mas bom, a vida continua, e pra mim ia continuar em menos tempo do que eu pensei. Fazendo as considerações gerais eu não estava ruim, estava péssimo. Na altura dos meus 20 anos, sem nada conquistado na vida e perdidamente apaixonado por uma garota que eu não via. Nada mal Denis, continua assim e talvez chegue ao nível super Mário, encanador que viaja na terra dos cogumelos dorgas mano irairairiariairari pra salvar a princesa que não pega.
Após vencer a clinomania, fui tomar um looongo banho, não esse tipo de banho longo que você pensou. Um banho longo para pensar, pensar e pensar em como eu deixei passar a oportunidade de falar com ela. Tá bem que o pai dela estava como um Cérberus do lado, mas ainda assim, dizer "oi" poderia ter feito a diferença. Depois de certo tempo me torturando para a idéia, fui para o lugar onde poderia fazer alguma coisa. Naturalmente, o computador. Foi lá que eu comecei a adotar a nova resolução da minha vida. Deixei de ser quem eu sou para me tornar quem eu quero ser. Chega de frescura, chega de enrolação, é hora de partir pra ação. E que maneira melhor de fazer isso do que com uma grande dose de vodka? Bom, foi assim que começou a história real entre nós.
Preferi guardar comigo o lance de tê-la visto e não falado nada, não ia fazer bem algum. Então decidi, como um grande otário, deixar pra lá e seguir em frente. E nessas indas e vindas alcoólicas, bam, lá estava ela. Queria poder descrever com cada detalhe suas roupas, mas seu olhar ofuscou qualquer outra memória que eu pudesse ter. Era penetrante, seguro e brilhante, um olhar que quando cruzou o meu fez eu me tornar um super saiajin instantaneamente. Raiva, nervosismo, preocupação, calafrios, suor, calor, frio, tudo isso passou-se dentro de mim em um instante. E principalmente, CIÚME.
Ela estava lá, com seus olhos castanhos e seus cachos soltos, em uma mesa no bar. Ela tomava uma coca cola, enquanto os demais aparentavam consumir álcool, algo típico da juventude atual. Aparentemente é mais interessante beber com menos de 18 anos pelo simples fato de estar quebrando a lei...quem entende esses aborrecentes? Junto dela a mesa estava um jovem de boné, meio pardo, talvez alguns centímetros maior que ela, não dava pra ver bem pois ele estava sentado, e as chamas negras mortais que eu estava imaginando queimando-o atrapalhavam também. Ele estava do lado dela, todo risonho e solícito, enquanto havia um CLARAMENTE CASAL sentado com eles. Ou aquilo era um double date ou eu estava tão possesso de ciúmes que não reconheceria um gay quando via um.
Bom, the truth is, eu estava tão possesso de ciúmes que não reconheci um gay. Eu fiz aquela dose calibrada de vodka com schweppes, também chamada dose da coragem.
Caso vocês estejam se perguntando quando é que eu comecei a beber, isso remete ao final dos meus 19 anos...mas isso não é importante. O importante é que agora eu bebo, e bebo vigorosamente, e foi essa bebida que proporcionou o que estou a lhes dizer.
A dose da coragem, como o próprio nome diz, é aquele copo que o indivíduo vira antes de fazer algo. Você provavelmente já viu alguém tomando-a, ou você mesmo a tomou, quem sabe. Mas antes de fazer algo, falar com uma garota, geralmente, é obrigatório virar o que há no seu copo, e como se fosse o elixir da vida produzido pela pedra filosofal, encher-se de coragem, determinação, força de vontade e todas essas baboseiras que são necessárias para fazer o que queremos.
Eu tomei minha dose da coragem, devo dizer, já "alegre", e caminhei até a mesa. Ela estava lá risonha, seus lábios de um róseo doentio que só de ver me fez sentir como se estivesse consumindo um trident. Seus olhos brilhavam, e eles conversavam bastante.
Eu me cheguei a mesa, ao lado de seu acompanhante.
Sorrindo, como se a autoconfiança pudesse transbordar dos 500 litros de saliva que minha boca estava produzindo. Eu olhei pra ela, e falei aquele saudoso "Boa Noite", estilo William Bonner, pra tentar causar impacto. Os 3 companheiros de noite de Stephany me olharam com aquela expressão de "quem é o palhaço?".
Eu olhei pra ela, ou pelo menos, achei que estava olhando pra ela. Como vocês já devem ter ouvido por aí, álcool é foda. Eu esperei, desejando no fundo da minha alma que ela me reconhecesse e eu não tivesse de fazer aquele "Er, sou eu, Denis, maníaco da internet apaixonado por você" com um tick nervoso de lado pra parecer mais maníaco ainda. Ela me olhou e eu praticamente podia ver o ícone girando do lado da cabeça dela escrito "Loading, please wait". Os dois ou três segundos que ela passou dando load em quem eu era foram para mim como duas ou três horas, até que apareceu a mensagem "load complete, data found". Ela me reconheceu, e eu não podia estar mais feliz. Ela me olhou com aquela carinha de anjo, que eu estava visualizando mais linda ainda (efeito natural da vodka) e perguntou "Slayer?". Não sei se me surpreendeu mais ela me chamar de Slayer ou a minha reação, mas eu de um instante para o outro já estava do outro lado da mesa, me abaixando para abraça-la ainda sentada na cadeira. O jovem do lado dela estava com aquela linda expressão de WHAT THE FUCK? e eu achava que ele (já sendo perfurado pelas milhares de espadas imaginárias do ciúme) estava pensando "hey, ta abraçando minha mulher malandro".
Isso era o que eu estava pensando daquela situação estranha, ela me convidou a sentar mas eu tive de declinar o convite. Eu estava entrando em panico quanto a o que eu deveria fazer, mas sentar definitivamente não era a resposta. Então eu fiz o impensável, porque afinal de contas, para o Sr. Denis Slayer, o impensável é o que qualquer garoto normal faria. "Então, er... Teh...vamos hmm...er... dar uma volta? " E meio que cocei a cabeça no processo, em uma demonstração total de insegurança que destruía toda a banca de "soufoda" que eu tinha construído mentalmente até então.
Ela parecia notar meu nervosismo, ou talvez tenha pensado que era apenas efeito do álcool, mas sendo uma garota perfeita, naturalmente ela me ajudou nesses momentos difíceis. "Claro", ela disse, "tenho que pegar mais uma coca mesmo...haha.".
Eu dei aquele sorriso de Bond, James Bond. Ela se levantou graciosamente e fomos rumo ao bar. No caminho entre a mesa e o bar, enquanto ela desfilava com toda sua beleza poucos centímetros a minha frente, eu me sentia como o Goku depois de derrotar o Madara e usar o One Piece pra salvar a Soul Society com a ajuda da Fairy Tail (sim, isso foi muito otaku, mas foda-se.). Meu mundo estava perfeito, e eu tinha que me concentrar, pra alcançar meus objetivos. Pra ser sincero já estava alcançando um grande objetivo só de tê-la ali, fisicamente perto, dentro do meu campo de visão.
Eu comecei a me focar, e a usar toda a frieza e sangue frio que eu havia desenvolvido jogando video game. Eu sabia bem o que queria, e não era hora de felicidade excessiva. Tinha que focar no que eu queria, e o que eu queria estava andando com seus cabelos cacheados bem na minha frente. 
Enquanto Stephany comprava sua coca, eu montei outro drink da coragem, e o tomei de uma vez.
A preocupação que eu tinha da conversa online não fluir pessoalmente passou instantaneamente.  Ela era divina, e as luzes da noite refletiam o castanho claro de seus olhos nos meus. Falamos sobre as maravilhas de fazer amigos na internet e sobre música e sobre vida pessoal...um assunto bem delicado, mas que eu tinha que contornar para chegar até ela. Ela me contou coisas da vida, e eu particularmente já estava aliviado de ela não contar para mim coisas de algum rapaz que ela gostasse ou semelhante. Afinal de contas, eu não estava ali pra ser seu amigo gay, estava?
Bom, ela achou que estava, ela começou a contar mais de si, mais de sua vida, de suas indecisões sobre o que fazer, de suas dúvidas quanto a quem ser, e chegou no ponto que eu não queria. No dito cujo, no tal cara, que eu sabia que existia, afinal sempre existe. 
Ela me falou que gostava do *insira aqui algum nome fictício para o babaca que felizmente não roubou a mulher que você está a fim de você*. E quanto mais ela me falava, e falava que ele sabia que ela tava a fim e tal, mais eu procurava uma brecha pra chegar até ela.
Estávamos a essa altura já sentados em um banco de concreto, daqueles que ficam em praças geridas pelo falho sistema administrativo das cidades brasileiras. A iluminação vinha da minha esquerda, e estávamos sozinhos no banco. Alguns carros passavam na rua a minha direita, e as luzes deles apenas davam mais um clima de filme. Dentro de um deles começou a tocar uma música linda, que eu não fazia idéia de qual era. Eu apenas sabia que era linda pelo que aconteceu em seguida.
Como todos sabem, pra qualquer pessoa madly in love, ouvir falar de outra pessoa é algo semelhante a uma flecha transversal pelos seus pulmões e coração. Comigo não era diferente, e eu tinha que fazer algo, apenas não sabia como...felizmente, um de meus amigos me viu naquele banco, e muito gentilmente, trouxe mais um copo do elixir da coragem para mim.
Se alguém que estiver lendo isso por acaso achar que eu preciso de álcool para fazer certas coisas, pode ter certeza que está coberto de razão, sem o elixir da coragem, o líquido sagrado, nada disso que eu vou lhes contar agora teria acontecido. Confesso não ter certeza se foi bom isso ter acontecido, mas vamos lá.
Ela ia falando algo sobre o meu rival, que sequer era um rival por não querer ser, e sequer era um rival por não existir competição por alguém, existe apenas o que é e não é, e competição é uma maneira ridícula de expressar sentimentos semelhantes pela mesma pessoa..."mazentão", eu repentinamente usei minha enorme mão esquerda e a coloquei por cima da mão direita dela, que estava no banco, enquanto estávamos sentados fazendo ângulos de 45 graus com o mesmo (Imagine). Ela notou meu movimento furtivo de aproximação e olhou para as nossas mãos, totalmente diferentes, juntas sobre o banco. Eu olhei para as mãos também, e para ela em seguida. Esperei, pacientemente que ela olhasse para mim de volta, e quando ela olhou eu sorri, um sorriso leve e despretensioso, como se eu tivesse feito isso milhares de vezes, mas não tinha. Eu me inclinei pra perto dela, não tão perto quanto em filmes românticos, e não tão longe quanto uma mera amizade, e apenas disse "O problema dos homens e das pessoas hoje é que eles não sabem o que querem. Ou quando sabem, não sabem. Ninguém faz o necessário para conseguir a felicidade, e eu também fui assim por muito tempo." (PAUSA DRAMÁTICA PARA TOMAR UM GOLE DO LÍQUIDO SAGRADO) "Bom, eu cansei de ser assim. Desde antes de hoje eu já sabia o que eu queria, e estou disposto a me arriscar pra conseguir." Quando terminei de dizer isso minha outra mão já estava a tocar seus belos cachos. Meus dedos tocaram seu pescoço por dentre seu cheiroso cabelo. Seus olhos brilhavam, talvez de surpresa, talvez de quem sabe o que. Eu me aproximei mais, e as palavras iam se perdendo conforme eu chegava mais perto. Nossos olhos estavam muito próximos e nossos narizes já se tocavam. Eu me aproximei mais, e mais, até 90% perto dela e fechei meus olhos para beijá-la, para esperar pelo seu beijo. Ela não havia me impedido, não havia feito um único movimento até então, mas foi nesse beijo, ou nessa tentativa de beijá-la, que começou oficialmente nossa história de amor.

domingo, 19 de janeiro de 2014

Man, Man, Man, Man, Manly Man...

Hola, vadias. Venho por meio deste trazer o quarto capítulo de nossa
história. Esse é bem curto e bem rápido, embora tenha demorado bastante, como vocês bem sabem, não se apressa a arte. Alguns eventos me atrasaram também e... bem, vocês não precisam saber. O fato é que o Cap. 4 está aqui abaixo, e é isso que importa. Nesse capítulo continuamos exatamente de onde paramos no Cap.3, até porque, é uma história sequencial. E veremos o que acontece depois que nosso amigo Denis Slayer vê sua querida Teeeeh. Baseado em fatos reais, segue agora o dilema sentimental de Denis e Stephany. Stay tuned for scenes of our next episode ^^
( LINKS OUR HISTORY 1 - 2 - 3 )



Overreaction

Minha espinha parecia congelar enquanto meu corpo suava muito quente. Eu estava congeland e sentindo frio, mas com a sensação de calor alucinante de um dia de verão. Minhas mãos pareciam que não segurariam um copo se fosse preciso, de tão escorregadias. Minha respiração estava ofegante mesmo estando andando mais devagar que um senhor de 80 anos com osteoporose.
Era exatamente assim que eu, o grande Denis Slayer, estava me sentindo diante da imagem perfeita da garota dos meus sonhos virtuais. Ela passava na minha frente, como se estivesse em câmera lenta, como nos efeitos especiais de filme, no qual o cabelo da protagonista balança com o vento e tudo mais. E eu, como pode ter notado com a descrição acima, estava deveras paralizado. Era minha hora, a chance de ir até lá, falar com ela e botar meu time em campo pra valer. Dizem que a primeira impressão sempre fica, e eu tinha que causar uma boa, afinal, tinha apenas uma chance pra isso.
Eu comecei a descer a rua um pouco mais acelerado, ela passava na transversal pouco a minha frente e eu simplesmente tinha que ir falar com ela. Devo admitir que não foi nem um pouco fácil, a cada passo 743 pensamentos diferentes passavam pela minha cabeça sobre o que eu iria falar, como eu iria falar, e se ela não me reconhecesse, e se ela não gostasse de mim, e se eu tropessasse e empurrasse ela, ela caísse de cabeça no meio fio e morresse... Era simplesmente imprevisível.
As pessoas indo e vindo na rua eram como obstáculos me impedindo de chegar até ela, e eu ia driblando-as, avançando entre elas rumo ao meu objetivo. Cheguei bem perto, e ela andava ao lado de um homem, pouco maior que ela, pouco menor que eu. Ele usava um boné ou algo assim, e empurrava uma bicicleta ao seu lado. Seu jeitão me lembrava o Maguila em seus dias de glória, apenas mais baixo e sem músculos. Foi olhando pra ele que eu pensei "deve ser o pai dela". Ou seria um ficante? Será que ela gosta de homens mais velhos? Será que ela gosta de ciclistas? Talvez de pugilistas sem músculos?
Vou lhe ser sincero que não pensei muito mais que isso, era uma desculpa perfeita para não fazer algo que eu estava aterrorizado em fazer. Muitas vezes você é louco de vontade por fazer algo, como saltar de para-quedas ou entrar em uma briga por um amigo, mas simplesmente ama quando aparece algo para atrasar isso de acontecer. Você nunca está pronto para fazer certas coisas na vida, ainda que acredite que está pronto, ainda que se sinta pronto, você nunca está pronto, e se sente aliviado quando pode adiar isso. Porém a realidade, no final das contas, é que ainda que não seja hoje, semana que vem ou mês que vem, cedo ou tarde a gente tem que estar pronto na hora que tivermos que fazer.
Foi assim que eu parei, observei ela ir andando ao lado do Mr. Maguila, e foi indo e indo, até que eu dei de costas, suspirei e decidi caminhar pra casa. Caminhar me dizendo que não foi minha culpa, me dizendo que eu teria falado com ela se o papai-peguete não estivesse com ela, e me dizendo principalmente que não havia motivo para ela saber que eu quase fiquei grávido apenas por vê-la passando na rua. 
E ela seguiu andando, e andando, e andando, e andou. Andou pra longe de mim, que fiquei parado no meio da rua lotada, olhando pro lugar onde ela estivera, pro lugar onde eu poderia ter começado a conquistar meus sonhos.
Fui pra casa, ainda pensando, e chegando lá a primeira coisa que fiz foi me deitar, olhando pro teto. Sabe, a nossa cama parece ter propriedades especiais que nos fazem pensar que ela é o melhor lugar pra se estar depois de um evento como esse. Olhando pro teto, pensando no "se" e no "talvez"...
Cheguei no facebook e fiz aquela linda postagem ridícula, que todo mundo vê, uns curtem e ninguém entende. Sequer abri o msn e fui dormir, as 22 horas, como uma criança. Pra te ser sincero, fui deitar, porque dormir mesmo...
Depois de uma conturbada noite de sono, onde acordei ainda ouvindo "A whole new world", comigo e com ela correndo pelas ruas de nossa pacata cidade, era hora de encarar a realidade. Stephany estava lá, online, com seu subnick "All the small things..." <3 font="" nbsp="">e eu cheguei. Cheguei e fiquei online, parado, sem nem mandar um oi, eu estava traumatizado demais pra falar com ela, e embora tenha aberto sua janela umas 5497 vezes, nenhuma delas foi enviado um "oi" ou equivalente. Eu estava perdido, olhando para o seu retrato online e sem saber o que fazer... Lembrando apenas do quão patético eu fui, e ainda era.

sábado, 4 de janeiro de 2014

E aí gatinha, bora dar um perdido?

Olá meus jovens, é 2014, um ano novo repleto de *insira aqui algo que todo mundo costuma dizer em relação ao ano novo*. Espero que vocês tenham um ano novo *insira aqui desejos que todo mundo faz para os outros no ano novo*. Eis que logo abaixo está a sequência 03 de nossa história. Mr. Slayer está se envolvendo em um nível diferente agora com sua amiga Stephany, e caso queiram conferir, leiam logo abaixo. Caso não queiram conferir, não é problema meu (= Caso desejem ler desde o início a história, a cada nova postagem farei uma lista de links para cada capítulo no final de nosso clássico pré-post. Venho aproveitando o pré-post também para prepará-los para um novo Regra de Três, agora novamente uma equipe de 2. Por hora é isso, detalhes surgirão quando chegar a hora. Divirtam-se.
( LINKS OUR HISTORY 1 - 2 )


RMS TITANIC

Eu estava seguindo minha vida, ainda com a mente presa naquela garota mais jovem. A gente se falava bastante, embora nossas conversas eram geralmente sobre nada, passando um pouco por coisa alguma e finalizando em absolutamente nada. Ainda que falar sobre nada não fosse uma coisa tecnicamente interessante, a conversa sempre se mantinha animada.
A partir daí eu decidi que era hora de lançar minhas cartas, sair do modo de defesa e de fato ir em busca do santo graal. Stephany, diferente do que muitos talvez pensassem, não era uma garota delicada e simples, com roupinha de princesa e esperando o Mário derrotar o Bowser por ela. Ela era mais do tipo que sairia de onde estava, daria um chute no saco dele e botaria pra rolar um Blink 182 pra rolar sem culpa.
Sua personalidade não era exatamente fofa e engraçada, mas era muito cativante. Era o tipo de menina-mulher que todo adolescente ia achar ideal e todo adulto ia achar ideal, talvez por que te levava de volta a adolescencia ou talvez por que te levava pra idade adulta. Isso pode não fazer muito sentido, mas era exatamente assim que funcionava. Conversar com ela era como conversar com uma garota mais velha ou com uma senhora mais jovem.
Era realmente incrível, e eu achava que já tinha esperado muito, era hora de mostrar minhas presas. E foi assim que pela primeira vez eu vi que minha missão não seria nada fácil...

"E aí Teeeeh" (eu sempre chamava ela de Teh, Stephany é um nome um pouco grande, se a gente for parar pra pensar, e Tetê era algo simplesmente tão ridículo que eu não conseguiria chamá-la assim.)
"Ooooiiiiii :p" (esse oi comprido sempre me animava, reza uma lenda antiga que a quantidade de i's que uma garota usa no oi é diretamente proporcional ao quanto ela gosta de CONVERSAR com você. Na época eu achava que era proporcional ao quanto que ela gostava de você, mas isso é apenas um detalhe.)
"E aí gatinha, tudo bem?" (gatinha, eu juro que eu não sabia qual era o meu problema, mas essa mudança pra modo de ataque não estava fazendo bem, começar a chamá-la de gatinha assim do nada foi simpatético.)
"Miau," ela respondeu " hahahah tudo bem, e aí?"
"Bem também, estava aqui pensando comigo, faz muito tempo que a gente conversa aqui já né..." falei, dando uma de João sem braço "quando será que a gente vai se ver? "
Olhando agora, a pergunta caiu como uma cartada de mestre, meio desinteressado, meio com interesse, sem dar o braço a torcer, e a resposta dela acendeu um fogo dentro de mim.
"Pois é né, e a gente nunca se encontra, e olha que a cidade que moramos é pequena. Tínhamos que ver isso aí..."
Puxa vida, era minha chance, ela realmente estava me dando uma oportunidade. Eu estava feliz demais. Decidi continuar com meu convite, naturalmente já tinha tudo planejado, o clássico cinema pra aproximação, seguido de qualquer coisa que nos desse tempo.
"Verdade né, vamos assistir um filme ou algo assim, ouvi falar que ta rolando Titanic no cinema aqui, em 3D, que tal se a gente fosse assistir."
Bom meus queridos, estava bom demais para ser verdade, eis o que se sucede após isso:
ABRE ASPAS
'-' cinema?
Titanic?
Esse programa tá 'muito casal', não tem nada melhor não?
FECHA ASPAS

Foi assim amigos que eu percebi onde eu me encontrava. Na linha entre amigo virtual e amigo pessoalmente. Bem longe da linha entre amizade e relacionamento. Sabem, a resposta dela acabou comigo. Não foi por não estar interessada em sair, não foi por não curtir o filme (até porque seria um sacrilégio não ser fã do Titanic), foi pelo simples "esse programa tá muito casal". Eu não sabia se ela estava sendo idiota de não perceber que eu queria exatamente um programa "muito casal" ou se ela achava que esses programas não a divertem. Eu dei aquela respirada bem fundo e segui meu lema de não desistir nunca. Denis Slayer jamais desiste. E depois de alguns minutos passados para recuperação eu a respondi:
"Ah, e o que tem? O filme é maneiro mesmo, e ia ser legal a gente sair um pouco, pra cortar essa onda de contato apenas pelo computador..."
Foi bem difícil, mas achei que meu convite estava salvo, e então ela me respondeu com 3 palavras lindas que encerraram nossa conversação: "Não estou interessada."
Alguns talvez achem que isso foi um pouco grosseiro da parte dela, confesso que eu também achei... Mas era assim que ela era, simples assim, e eu decidi dar um tempo. Eu nunca desisto, mas também não ia ficar em cima como se ela fosse a último assento livre do busão.

Passou um, dois, três dias, e ela falou comigo novamente, talvez tenha sentido falta...eu não sei, mas a conversa foi um pouco carregada de tensão. Eu não recebi bem a maneira como ela me rejeitou, confesso. Não foi pela rejeição em si, mas a maneira como ela foi feita. Muitas vezes a maneira como você diz algo é até mesmo mais importante do que o que você está dizendo. E eu acreditava que ela havia usado de muita maldade para rejeitar meu cortejo.  Eu falei isso pra ela, e ela disse exatamente o seguinte: "sou má com todo mundo". Eu não sabia se ela estava falando aquilo pra me animar, me desanimar ou seja lá o que ela estava pensando. Talvez, era apenas a verdade e ela era de fato má com todo mundo... mas o fato é que isso aumento minha vontade e meu interesse nela. Uma menina má, uma bad girl, minha bad girl...eu quero, eu quero, eu quero.

Sabem, foi a primeira vez que tomar um fora me despertou mais interesse ainda em alguém. Esse "sou má com todo mundo" virou a primeira frase de efeito do nosso relacionamento, e teve um uso bem peculiar no nosso futuro, mas vocês saberão quando chegar a hora. Foi a partir desse primeiro contato que tudo mudou, que ela percebeu que eu queria acariciar com minhas mãos arianas todo seu corpo taurino (algo que pra mim ainda não tem sentido, mas algo que ela disse no futuro me fez incluir isso na narrativa), percebeu que tinha mais do que apenas o msn rolando entre nós, ainda que unilateralmente.
Foi aí que tudo começou de fato, é agora que nossa história começa a ser escrita e que nossos sentimentos, ou pelo menos, os meus sentimentos, são de fatos levados em conta.

Depois desse trágico convite pro cinema, nós continuávamos com a idéia de nos ver, e continuava como antes, sem nunca marcar uma data. A gente passou um pelo outro algumas vezes na rua, mas eu não tinha como ter certeza que era ela mesmo e era tímido demais pra chegar lá e falar "Oi, você é Stephany?". Era algo ridículo demais para mim estar com uma paixonite por alguém que eu sequer reconheço na rua, ou talvez apenas dissesse isso a mim mesmo por estar hesitando encontrá-la sem que ela o quisesse.

Eu decidi deixar as coisas fluírem, e nos comprometemos a falar um com o outro na próxima vez que nos víssemos, ainda que não tivéssemos certeza. Eu me senti a vontade com isso, era uma cidade pequena e cedo ou tarde a gente se veria. E foi assim em um dia aleatório. Eu descia a rua principal da cidade, que estava lotada pois era tempo de festividades duvidosas, e no meio da multidão passou a morena mais linda que eu já havia visto. Talvez se você visse não diria "a morena mais linda que eu já vi", mas pra mim ela era no mínimo a mais linda que eu já havia visto. 
Ela usava uma camisa branca, com uma estampa meio prateada que a gente não notava se não prestasse atenção. Uma calça jeans básica, e pra ser sincero, não precisava mais que isso. Estava maquiada, com um batom em tom forte que deixava sua boca mais atraente que um sorvete no calor do Rio de Janeiro. Seu cabelo continuava perfeito, parecia que era uma gravação editada com efeitos especiais. Seus cachos balançando suavemente sobre as costas, e de perfil dava para vê-la com uma expressão neutra, de quem já está acostumada com esse brilho todo. Era a hora de eu finalmente conhecer minha amada Stephany. Eu sei que já tínhamos nos visto antes, uma vez, mas seria a primeira vez que Denis e Stephany se veriam, e não apenas o amigo e a amiga da Maria Lu.